domingo, 2 de janeiro de 2011

Mais humanos


 A humanidade  está passando por mudanças sutis que nem todos percebem. Uma entrevista publicada recentemente com um doutor em Humanidades, Edwin Auza Villegas, que estuda o comportamento de crianças índigo, revela que estas alterações estão acontecendo de forma lenta, mas sólida. Estas crianças índigo tem comportamento social diferente das demais, utilizando mais o   hemisfério direito do cérebro, o que trabalha mais com as emoções, para raciocinar.  De acordo com o especialista, estes jovens, por serem diferentes, acabam não sendo bem entendidas pelos pais, que não conseguem entender que começaram a nascer na Terra com a missão de tornar nossa sociedade mais solidária e mais justa.
Textos místicos de várias ordens religiosas confirmam que nosso Planeta é dirigido espiritualmente por entidades de Luz, que sabem o momento certo de intervir para que a humanidade caminhe e floresça. E esta onda de nascimento das chamadas crianças índigos tem este objetivo. Pela entrevista, as crianças especiais são chamadas de índigo devido à cor indigno brilhante que emana de suas auras.
Esta nova espécie tem a proposta de questionar a rigidez de muitas instituições, não respondendo a estas regras tão rígidas, porque priorizam o diálogo, o afeto, a intuição, a sensibilidade e vieram para plantar felicidade e influenciar a todos no aprimoramento das relações interpessoais, espirituais e amorosas. Mas não se trata de um fenômeno moderno, há mais de 400 anos estes seres especiais começam a povoar a terra. Conhecemos no nosso círculo de amizade aquelas pessoas que passam estas características fortes de intuição, de energia boa, que nos dá vontade de ficar perto. Como se estes seres pudessem, com suas simples presença, nos alimentar a alma.
Não é excesso de otimismo, mas sabemos que o comum é a Luz dissipar as trevas.Mas as conquistas realmente sólidas se dão devagar. Nenhuma mudança cultural acontece do dia para a noite. O Grande Universo com sua sabedoria sabe que estas alterações de percepção dos homens têm que ser ministradas em doses homeopáticas para que consolidem de forma eficaz um mundo melhor para todos viverem. Esta história de paraíso em um local distante e em outra dimensão não passa de uma metáfora ao sentimento de plenitude que o homem pode conquistar, descobrindo seu paraíso interior.
Um dia os seres  humanos irão descobrir que  a felicidade é servir nosso próximo. A famosa oração de São Francisco de Assis já afirmava há séculos “ ... é dando que se recebe”.  Quando aprendermos que somos prolongamentos de outras pessoas e da Grande Mãe Natureza, as guerras, os dogmas que oprimem, o preconceito contra as diferenças, a violência gratuita pelo prazer de agredir e machucar, a ganância pelo poder e pelo dinheiro e tantas outras situações mesquinhas vão fazer parte de uma era passada.
 Enquanto isso cabe a nós, seres não tão índigo, mas em busca deste azul divino, fazermos nossa parte, tornando nossas vidas um espelho para refletir a verdadeira sabedoria do Universo. A nossa Luz Interior é nossa grande arma para construímos uma sociedade melhor e mais justa. Mãos à obra.

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